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SUMMARY:Amar Amália
DESCRIPTION:Amar Amália estreia-se no norte com espetáculo no Porto! \n20 anos depois do desaparecimento da rainha do fado\, o espetáculo Amar Amália promete\, acima de tudo\, lembrar\, sentir e renovar o espírito da fadista\, não sendo só para atingir o público de Amália\, mas também atrair novas gerações pela voz de cantores que interpretam as suas próprias versões de um reportório eternizado pela fadista. \nNo dia dia 16 de novembro estreia-se no Porto\, na Super Bock Arena\, antigo Pavilhão Rosa Mota\, com Dulce Pontes\, Simone de Oliveira\, Paulo de Carvalho\, Marco Rodrigues\, Cuca Roseta\, Amor Electro e Aurea. \nUma noite memorável em homenagem à maior Diva do Fado! \nAmália da Piedade Rebordão Rodrigues (Lisboa\, 23 de julho de 1920 – Lisboa\, 6 de outubro de 1999) foi uma cantora\, actriz e fadista\, portuguesa\, geralmente aclamada como a voz de Portugal e uma das mais brilhantes cantoras do século XX. Está sepultada no Panteão Nacional\, entre outras pessoas portuguesas ilustres. \nTornou-se conhecida mundialmente como a Rainha do Fado e\, por consequência\, devido ao simbolismo que este género musical tem na cultura portuguesa\, foi considerada por muitos como uma das suas melhores embaixadoras no mundo. Aparecia em vários programas de televisão pelo mundo fora\, onde não só cantava fados e outras músicas de tradição popular portuguesa\, como ainda canções contemporâneas (iniciando o chamado fado-canção) e mesmo alguma música de origem estrangeira (francesa\, americana\, espanhola\, italiana\, mexicana e brasileira). \nMarcante contribuição sua para a história do Fado\, foi a novidade que introduziu de cantar poemas de grandes autores portugueses consagrados\, depois de musicados\, de que é exemplo a lírica de Luís de Camões ou as cantigas e trovas de D. Dinis. Teve ainda ao serviço da sua voz a pena de alguns dos maiores poetas e letristas seus contemporâneos\, como David Mourão Ferreira\, Pedro Homem de Mello\, José Carlos Ary dos Santos\, Alexandre O’Neill ou Manuel Alegre. Rodrigues falava e cantava em castelhano\, galego\, francês\, italiano e inglês. Também chegou a fazer uns hits em crioulo. \nEm 1943 iniciou sua carreira internacional\, actuando no Teatro Real de Madrid. Entre 1944 e 1945\, ficou 8 meses em cartaz no Casino Copacabana. Sua estreia no cinema deu-se em 1947\, com o filme Capas Negras\, considerado um marco no cinema europeu e latino\, tendo ficado mais de um ano em cartaz e sendo o maior sucesso do cinema lusitano até hoje. A canção “Coimbra”\, atingiu a segunda posição da tabela Billboard Hot 100\, da revista estadunidense Billboard\, em 1952. Em maio de 1954\, Amália foi capa da mesma revista estadunidense\, pois o álbum Amália in Fado & Flamenco atingiu a primeira posição entre os mais vendidos nos Estados Unidos. \nNeste mesmo ano\, actuou no Radio City Music Hall em Nova Iorque por 4 meses. Na década de 1970\, embora estivesse no auge da sua fama internacional\, sua imagem em Portugal foi afetada por falsos rumores de que Amália tinha ligações com o regime do Estado Novo\, de António de Oliveira Salazar. Na verdade\, o antigo regime censurou muitos de seus fados. Amália reconquistou a popularidade com o povo português\, cantou o hino da Revolução dos Cravos\, a canção “Grândola Vila Morena” e deu dinheiro para o Partido Comunista Português clandestinamente. \nAté à sua morte\, em outubro de 1999\, 170 álbuns haviam sido editados com seu nome em 30 países\, vendendo mais de 30 milhões de cópias em todo o mundo\, número 3 vezes maior que a população de Portugal. \n\n
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